Para azar (ou sorte?) dos brasileiros, a Lifan adiou para junho sua estreia no mercado brasileiro, anteriormente marcada para o próximo mês. A montadora chinesa importará do Uruguai o hatch 320 e o sedã 620.

Amanhã, o presidente do Uruguai, José Mujica, inaugura uma planta da Lifan no país. Com apenas 70 funcionários, sua capacidade inicial será de 5.000 carros por ano, montados no esquema CKD (Completely Knock-Down, totalmente desmontado, em inglês). Mais adiante, a marca chinesa quer expandir esse volume para 25.000 unidades por ano, mas sempre no regime CKD, e nunca por fabricação própria. No Brasil, a Lifan será representada pela Effa Motors, que comercializa por aqui os veículos da linha M100.

Rodrigo Mora

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