A Mercedes-Benz é uma das mais conceituadas marcas de automóveis de luxo do mundo. Assim, podemos dizer que é uma honra saber que a companhia da estrela de três pontas fabrica um de seus interessantes cupês em solo tupiniquim. Trata-se do CLC 200 Kompressor, produzido exclusivamente na fábrica da marca em Juiz de Fora (MG) para mais de 30 países.

A nova versão do cupê CLC conta com uma aparência mais jovem e esportiva, buscando atingir um público menos “tiozão”. As dimensões compactas e as linhas marcantes enfatizam o visual do modelo. Na grade frontal, destaca-se a estrela da Mercedes no centro.

A parte traseira do esportivo, por sua vez, oferece um porta-malas de capacidade variável para até 1 100 litros de bagagem. Já as lanternas de trás, as lâmpadas led – que compõem a terceira luz de freio – e o pára-choque traseiro realçam a largura da carroceria.

O interior, por sua vez, oferece: bancos esportivos mais envolventes, volante multifuncional de três raios e acabamento interno com elementos de alumínio escovado. A forração dos bancos oferece opções de acabamento em preto, cinza alpaca ou uma combinação de preto e vermelho, conferindo um padrão exclusivo e personalizado.

O veículo chega às concessionárias da marca em apenas uma versão, com um preço fixo de R$ 124 900, o que o faz entrar na briga com outros automóveis muito bem aceitos no Brasil (se consideradas suas categorias), como o Audi A3, o Volvo C30 e o BMW Série 1.

Evolução do Sports Coupé

A alma esportiva do CLC 200 K não surgiu “do nada”. O modelo oferece um motor que reúne potência superior em 20 cv e maior autonomia em relação ao seu antecessor, o Sports Coupé. O motor de 1.8 litro Kompressor desenvolve 184 cv de potência e um torque máximo de 25,5 kgfm a partir de 2 800 rpm.

Como resultado, o cupê esportivo acelera da inércia aos 100 km/g em 8,6 segundos, o que o torna 0,5 segundo mais rápido que o modelo anterior dessa família. A segunda meta para o desenvolvimento foi reduzir o consumo de combustível e, neste aspecto, os resultados dizem por si: o CLC 200 K consome 12,3 km por litro (consumo combinado estrada/cidade) no ciclo NEDC (New European Driving Cycle), o que o faz cerca de 8% mais econômico que o anterior.

É claro que, para chegar a um preço competitivo, a companhia alemã preferiu retirar alguns dos itens de luxo de seu automóvel, mas isso não o tornou menos exclusivo: você não se tornará uma pessoa menos elegante se disser que tem, na garagem, um belo CLC 200 K, concorda?

Redação

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