Algumas montadoras simplesmente bolam nomes para seus carros. A Renault, por exemplo, diz que Sandero não tem inspiração nenhuma, é apenas um nome. Outras, buscam inspirações, como é o caso de Gol e Golf, por exemplo. Há ainda aquelas que associam a números seus veículos – quanto maior o número, maior o carro, como Audi A3, A4, A5. A Kia pode fazer o mesmo no mercado norte-americano.

O batismo alfanumérico já ocorre na Coréia do Sul: o Cerato (Forte nos EUA) atende por K3, o Optima K5 e o Cadenza, K7. Outros modelos, como Soul e Sportage, por exemplo, teriam seus nomes inalterados. A mudança ocorreria, segundo o CEO da Kia, Chung Eui-sun, para fortalecer a marca, uma vez que os consumidores não confundiriam os nomes. Mas o sul-coreano está indeciso: nos EUA, a preferência é por nomes, e não números.

Rodrigo Mora

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