Em recente estudo da ETA (Environmental Transport Association, ou Associação dos Transportes Ambientais), a Lamborghini ocupou o trono de carro mais poluente do planeta com o Murciélago. Enquanto o mais “verde” dos carros, o Toyota iQ, despeja 99 g/km de CO2 na atmosfera, o superesportivo italiano descarrega 495 g do nocivo gás. A agressão ao meio-ambiente a cada acelerada, no entanto, não passará impune.

Consciente do seu compromisso entre preocupação ambiental e esportividade, a Lamborghini anunciou um centro de pesquisa sobre fibra de carbono. O objetivo do Composites Research Center, em Sant Agata Bolognese, é ampliar o uso do material nos seus esportivos para além de apenas partes do carro. O próximo Murciélago, por exemplo, trocará sua estrutura de aço por uma de fibra de carbono – ficando mais leve, certamente sairá deste indesejável primeiro lugar.

Rodrigo Mora

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