Em um aspecto, a Pagani é última colocada no Brasil. A marca italiana, criada por um argentino, está no final do ranking de vendas de carros no país. E com orgulho.

Com preço acima de R$ 4 milhões, apenas milionários colecionadores são seus clientes e ainda assim têm de disputar a posse de um único exemplar por ano, embora a importadoro oficial, a Platinuss, queira dobrar esse “volume” para dois esportivos anualmente.

O primeiro exemplar do Zonda, um bólido feito em fibra de carbono e com motor V12 de 659 cv fornecido pela Mercedes-Benz, foi recentemente vendido, após cerca de seis meses de negociação. Dizem que a margem de lucro é de fazer qualquer vendedor ficar milionário. Agora chegou ao país a versão conversível Zonda F Roadster, que está exposta no Salão do Automóvel até este domingo, dia 9.

Com o recurso do teto flexível, o Pagani custa ainda mais e, dependendo da cotação do dólar, pode beirar os R$ 5 milhões, ou três vezes o preço de uma Ferrari.

E a Platinuss parece mais do que focada em ampliar seu leque de esportivos raros, que já inclui a mítica Lamborghini e a lendária Lotus. Há comentários que a sueca Koenigsegg e a americana Shelby Super Cars, que fabrica o Ultimate Aero TT, estariam na mira da empresa paulistana.

Ricardo Meier

Publisher do AUTOO, é o criador do site e tem interesse especial pelo sobe e desce do mercado, analisando os números de vendas de automóveis todos os meses

Ricardo Meier | http://www.jcceditorial.com.br/

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