Parece que estar sob o domínio de uma marca infinitamente menor que a General Motors, sua ex-dona, só fez bem à Saab. Agora comanda pela holandesa Spyker, a marca sueca quer expandir seus negócios, o que coloca a América do Sul como uma de suas prioridades e o Brasil como principal objetivo nesse contexto. Além de nós, a Saab quer Argentina e México.

“Estamos buscando um parceiro de negócios, em longo prazo, que tenha conhecimento do mercado automobilístico no Brasil. Ele deve compartilhar da nossa abordagem empresarial de negócios e demonstrar um total comprometimento com nosso serviço ao cliente”, revela Adrian Hallmark, diretor executivo de vendas da marca. Presente em 53 mercados mundo afora, a Saab comercializaria por aqui o recém-lançado sedã 9-5, sua versão perua, além do crossover 9-4X.

Rodrigo Mora

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