Importado do México, por conta dos benefícios fiscais entre o Brasil e aquele país, o atual Jetta não é mais fabricado pela Volkswagen. No seu lugar entrará a sexta geração, apresentada em Nova York em junho e que chega ao Brasil em março – um ano após a perua Jetta ser renovada por aqui.

O natural corte se deu por conta da necessidade de ampliar a produção do novo Jetta. Como o sedã abastecerá, principalmente, EUA e Europa, sua produção teve que saltar das 450 unidades por dia para 1.100. No Brasil, o novo Jetta ampliará suas frentes. Continuará com o motor 2.5 de 170 cv para brigar com Ford Fusion, mas terá uma versão mais em conta, com motor 2 litros, para concorrer com Toyota Corolla e Honda Civic.

Rodrigo Mora

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