Mercedes-Benz passa a oferecer motor flex nos modelos Classe A, CLA e GLA

Minivan Classe B vai passar a ser oferecida com a novidade mecânica em julho

Agora, a gama GLA passa a conter sete versões | Imagem: Mercedes-Benz

Depois da BMW, agora é a vez da Mercedes-Benz apostar em modelos bicombustíveis no mercado brasileiro. A fabricante alemã da estrela de três pontas anunciou na semana passada a chegada dos modelos Classe A, CLA e GLA com a versão flex do motor 1.6 litro turbo de quatro cilindros, que também vai equipar a minivan Classe B a partir de julho. 

A nova linha dos compactos A 200, CLA 200 e GLA 200 da Mercedes-Benz mantém boa parte das características da gama anterior, como o funcionamento do sistema start/stop e os diferentes modos de condução. A potência, de 156 cavalos a 5.300 rpm, e o torque de 25,5 kgfm entre 1.2250 e 4.000 rpm, também permanecem inalterados, mesmo com etanol. Junto ao propulsor está o câmbio automatizado de sete velocidades e dupla embreagem.

O intervalo de manutenção segue sem mudanças, sendo que a primeira revisão acontece ao atingir 10 mil quilômetros rodados ou um ano de uso. Os preços dos modelos ainda não foram divulgados, mas devem permanecer os mesmos. 

Mercedes nacional em 2016

A estratégia da montadora alemã, de aderir aos motores flex, tem a ver com a nova fábrica que está sendo construída em Iracemápolis, interior de São Paulo. É nela que a Mercedes retomará a produção nacional de automóveis, interrompida há alguns anos quando a fabricante optou por transformar a unidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, em linha de montagem de utilitários e caminhões.

Em Iracemápolis, que deve iniciar produção em 2016, serão montados o crossover GLA e o sedã Classe C a princípio.