Vedete da Fiat, novo 500 2016 mantém mesmo espírito do antecessor

Subcompacto premium agora dispõe interior mais moderno, com sistema Uconnect de 5 polegadas

Fiat 500 2016 | Imagem: Divulgação

Considerado um dos modelos “best-sellers” da gama da Fiat no mercado mundial, com 3,8 milhões de unidades comercializadas desde seu lançamento em 2007, o pequenino 500 acaba de estrear suas primeiras mudanças visuais que chegam como novidades para a linha 2016. Apesar de manter a mesma cara, o hatch subcompacto recebeu cerca de 1.800 mudanças, sendo que as mais importantes estão no interior.

A começar pelo lado de fora, o novo Fiat 500 se diferencia pelos faróis redesenhados, agora com LEDs diurnos, grade com formato mais afilado e ligeiramente mais pronunciada, para-choques com novo formato e detalhes cromados diferenciados e lanternas traseiras de LED com desenho “vazado”.

Já no interior, o 500 2016 agora dispõe de novos materiais, novas opções de acabamento,volante redesenhado e painel de instrumentos com tela TFT de sete polegadas. A grande novidade, porém, fica por conta do novo sistema de entretenimento Uconnect, com tela de cinco polegadas sensível ao toque, sendo que nas versões topo de linha há navegador GPS e compatibilidade com os sistemas Android Auto e CarPlay.

Na gama de motores, o Fiat agora atende os conformes do Euro6. A linha inclui um 1.2 litro a gasolina de 68 cv e um 0.9 litro TwinAir turbo de 85 cv ou 105 cv, que oferece consumo médio de 26,3 km/l e emissões de CO2 de 90 g/km, além do 1.3 MultiJet a diesel, com 95 cv, disponível também na nova versão “Eco”, com novos equipamentos e pneus de baixa resistência à rolagem.

O câmbio automatizado Dualogic recebeu melhorias. A suspensão também passou por mudanças, assim como o isolamento acústico da cabine, para entregar mais conforto aos ocupantes.

Virada de jogo

Ponto de inflexão na carreira da Fiat, o 500 foi lançado em setembro de 2007 com uma grande festa na cidade de Turim, sede da montadora. Resgatando os valores do primeiro 500, o carrinho seguia os passos de outros compactos premium como o Mini Cooper: trazia interior caprichado, muita referência ao passado e um jeito divertido de dirigir - além das inúmeras possibilidades de personalização.

Desde então, a Fiat voltou a dar lucro, assumiu a operação da Chrysler, transformou-se na FCA e passou a ser uma das grandes fabricantes de automóveis do mundo, nas mãos do ítalo-canadense Sergio Marchionne. A Fiat tinha razão em comemorar sua chegada há oito anos.

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