O Phaeton não trouxe o sucesso comercial esperado pela Volkswagen, mas ainda assim a marca não desiste dele. Pelo contrário: além de uma leve reestilização, o sedã topo de linha agora foi direcionado com mais intensidade para o mercado chinês, aquele que mais cresce no mundo. Tanto é que, além da versão original, o Phaeton terá uma configuração limousine por lá, quando estreará, em agosto.

Tudo o que a Volkswagen tem de mais moderno está no Phaeton: tração integral, faróis bixenônio, câmera dianteira que lê sinais de trânsito, sistema de navegação integrado com o Google, ar condicionado quadrizona, frigobar, bancos traseiros individuais e com regulagem elétrica, entre outros. No visual, as mudanças são discretas, seguindo a nova identidade imposta por Walter de Silva. Tudo é perfeitamente proporcional, mas sem emoção.

Sob o capô, o novo sedã apresenta três opções de motorização: V6 de 280 cv, V8 de 335cv e W12, de 450 cv. Seus preços partem, na Alemanha, de € 71 200, chegando a € 121 200.

Rodrigo Mora

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