Enquanto outros países em desenvolvimento como o Brasil, Índia e Tailândia buscam mais opções de carros compactos, a China possui uma tendência inesperada por veículos grandes. Talvez seja fruto do rápido crescimento do país, mas o público chinês, que não faz muito tempo nem carro possuía, agora mira em BMW, Audi e Mercedes.

Não é à toa que as três marcas reservem lançamentos mundiais para os salões chineses. Ciente disso, a Citroën também resolveu testar esse consumidor. Para isso criou o Metropolis, um imenso sedã com pinta de limusine – comprimento de 5,3 metros e largura de 2 metros.

Desenvolvido pelo escritório chinês da Citroën, o Metropolis usa propulsão híbrida que une um motor 2.0 V6 de 272 cv a um elétrico que varia de 55 cv a 95 cv de potência. O câmbio é um DSG de sete velocidades com tração integral e suspensão Hydractive como no C5.

Em situações de trânsito pesado, apenas o motor elétrico é usado. Já, a medida que a velocidade aumenta, o V6 entra em ação, sempre acompanhado do motor a eletricidade, para baixar o consumo e a emissão de poluentes.

Como os inúmeros protótipos da Citroën, também o Metropolis pode não passar de uma ideia curiosa, mas sabe-se lá se os chineses não se interessam a ponto de viabilizar sua produção. A resposta será dada a partir do dia 30 quando o modelo será exposto na Shangai World Fair.

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Ricardo Meier

Publisher do AUTOO, é o criador do site e tem interesse especial pelo sobe e desce do mercado, analisando os números de vendas de automóveis todos os meses

Ricardo Meier | http://www.jcceditorial.com.br/