O Salão de Nova Iorque (que abre suas portas na próxima sexta-feira) será a segunda parada do Juke antes de o crossover entrar em produção. Apresentado no Salão de Genebra, no começo deste mês, o modelo foi novamente levado a uma mostra internacional, agora para a Nissan explicar mais detalhes sobre a novidade.

Num primeiro momento, o Juke será fabricado no Japão e na Inglaterra. Mas, como o crossover usa a plataforma B da Renault-Nissan (que serve de base para Tiida e Logan, por exemplo), são grandes as chances de o Juke chegar às Américas por meio da planta de Aguascalientes, no México – de onde já saem veículos feitos na tal plataforma. E uma vez produzido no México, fatalmente virá ao Brasil, que juntos dividem acordo comercial de isenção de imposto.

Lá fora, o motor mais forte do Juke será um 1.6 litro turbo, de injeção direta de combustível e 190 cv. Esse bloco equipará a versão com tração integral, que usará transmissão CVT. Outras opções para os modelos com tração dianteira são um 1.6 litro a gasolina, de 113 cv, e um 1.4, a diesel – sempre equipados com câmbio manual de seis velocidades. No Brasil, o Juke provavelmente usará o mesmo motor 2 litros 16V, de 143 cv, já usado em Sentra e Tiida.

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Rodrigo Mora

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