O Cayenne tem a fama de ser o carro que salvou a Porsche, mas antes de lançar o SUV a marca já buscava alternativas para elevar suas vendas, então dependentes basicamente do 911. Em 1996 estreou no Salão de Detroit os modelos Boxster, conversível, e o Cayman, cupê, que ao oferecem uma conjunto mais modesto, mas ainda assim muito interessante, conseguiu-se valores mais acessíveis para um veículo puramente esportivo. Foi sucesso e ainda é.

Prova disso é o recente anúncio da marca alemã sobre a produção do Boxster/Cayman número 300.000, número alcançado após 15 anos de atividades na linha de montagem da Porsche em Stuttgart. O volume é baixo quando comparada a veículos de massa, mas para um carro de alto nível de qualidade e desempenho acima da média é algo a ser comemorado.

Porsche Cayman R
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A versão Cayman R tem motor de 330 cavalos de potência e câmbio de dupla embreagem

A linha atual está na segunda geração, lançada em 2005, que a marca chama pelo nome código 987 (o anterior era o 986). A principal característica desta linha da Porsche é a concepção da carroceria com motor central, o que garante ao carro um ótimo equilíbrio na distribuição de peso. Os carros também são leves e fortes: não passam dos 1.420 kg e há versões com motor 2.9 a 3.4 com cavalarias entre 255 cv e 330 cv.

Porsche Boxster Spyder
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Imagem da versão limitada do Porsche Boxster Spyder, que tem mais potência e peso reduzido

No mercado brasileiro os modelos Boxster e Cayman são a porta de entrada da Porsche. O conversível custa entre R$ 269.000 e pode ir até R$ 329.000 na opção top de linha. Já o cupê começa nos R$ 279.000 e bate nos R$ 399.000 na versão mais potente e com câmbio PDK.

Thiago Vinholes

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