Dicas: como transportar seu pet com segurança (e evitar multas)

Detran.SP divulga vídeo com os cuidados que donos de cães e gatos precisam ter
Cesto de transporte para animais com cinto peitoral figura entre os acessórios para o Taos

Cesto de transporte para animais com cinto peitoral figura entre os acessórios para o Taos | Imagem: Divulgação

O Detran.SP divulgou nesta terça-feira (27) um interessante conteúdo em vídeo onde mostra os cuidados que donos de cães e gatos precisam tomar para evitar multas e também garantir a segurança do pet, realizando o transporte do animal de estimação da maneira correta.

Além do vídeo divulgado pela autoridade de trânsito paulista, vale a pena conferir as 10 dicas da médica-veterinária Natália Lopes, gerente de comunicação científica da Royal Canin, para o transporte correto de gatos no automóvel: 

1 - Nunca leve seu gato solto no carro. Existem dispositivos de segurança para gatos e cães que são imprescindíveis como as caixas e bolsas de transporte. 

2 - Escolha uma caixa, bolsa ou gaiola de transporte resistente. O ideal é que tenha abertura na parte de cima e na frente. Se a parte de cima for totalmente removível, permitirá que o gato seja examinado sem ter de sair da caixa, por exemplo. 

3 - Deixe a caixa de transporte fazer parte da casa, assim, seu gato poderá vê-la e avaliá-la como parte da mobília e isso se tornará familiar para ele. 

4 - Deixe a caixa de transporte o mais familiar e confortável possível com cobertores macios. Desta forma os gatos tendem a entender melhor que não vão passar apuros. 

5 - Busque o gatinho dentro de casa horas antes de sair e o convide para entrar sozinho na caixa de transporte e acostumá-lo à situação que irá ocorrer mais tarde. 

6 - Para o deslocamento casa-carro/ carro-clínica e vice-versa, evite sacudir a caixa de transporte, encostar a caixa na parede ou portas ou colocá-la no chão de forma abrupta para não assustar o pet. Lembre-se que o campo de visão dele está limitado à portinha da caixa, e o ambiente externo confere odores desconhecidos até então. 

7 - Em viagens longas não esqueça de levar água e o alimento do seu pet para mantê-lo calmo. Consulte o seu médico-veterinário para orientações sobre viagens. 

8 - Também leve outros itens com odor familiar, como os brinquedos favoritos. O uso de feromônios sintéticos podem ajudar. 

9 - Em percursos mais longos, como viagens, faça pausas estratégicas para que o pet possa esvaziar a bexiga e se distrair. Mas dê preferência para locais calmos para o pet não ficar assustado 

10 - Entenda o efeito que sua própria ansiedade ou estresse pode exercer sobre seu pet, por isso, mantenha a calma e permaneça positivo. Converse com seu pet em voz baixa e calma, prossiga no ritmo dele, fique atento a reação dele e use recompensas que incentivem os comportamentos desejados (alimentos e brinquedos por exemplo).