Ao longo de sua história, o morcego mais famoso do mundo trocou de carro inúmeras vezes. O mais famoso dos Batmóvel, surgido na década de 60, foi um Lincoln Futura, totalmente caracterizado pelo lendário customizador George Barris – autor também de outros automóveis  cinematográficos, como os carros dos Flintstones, dos Monkees, da Família Adams, o General Lee e o Kitt (da série Knight Rider, traduzida por aqui como a Super Máquina).

A última aquisição do Batman, no entanto, troca o preto pelo verde, conceitualmente ao menos. Criado por Gordon Murray, o “pai” do superesportivo McLaren F1 e do urbaninho T.25, o último Batmóvel é movido por célula de combustível de hidrogênio, além de ser equipado também com baterias de íon de lítio. Para completar a dose de futurismo, as rodas não são reais, mas sim virtuais, compostas por LEDs.

O novo Batmóvel faz parte do show “Batman Live”, que a DC Comics apresenta pela Europa.

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Rodrigo Mora

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