Há quase um ano, a Saab vivia um momento de renascimento. Depois de sofrer com a demorada venda para o grupo holandês Spyker, a montadora sueca participou do Salão de Paris cheia de entusiamo após deixar de pertencer a General Motors.

No estande da marca só se falava em planos ambiciosos de internacionalização que incluíam até mesmo o Brasil. Novos modelos em desenvolvimento foram prometidos e tudo caminhava para a salvação, mas a falta de dinheiro paralisou a produção no primeiro semestre.

Desesperada por retomar a produção, a marca foi buscar parceiros na China, sem sucesso. Depois de vários capítulos, a novela acabou com um empréstimo de um grupo de investimento.

Diante de tantas indefinições, a Saab preferiu se ausentar do maior salão automobilístico do mundo,embora reconheça que expor no evento seria importante para “reforçar nossa presença global”, disse um executivo da empresa.

Ricardo Meier

Publisher do AUTOO, é o criador do site e tem interesse especial pelo sobe e desce do mercado, analisando os números de vendas de automóveis todos os meses

Ricardo Meier | http://www.jcceditorial.com.br/

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