Síndrome da 'panela velha' atrasa aposentadoria de modelos ultrapassados no Brasil

Se sobreviver por mais alguns anos, Kombi confirmará a tese que veículo confiável precisa ter anos de estrada

Modelo terá apenas 600 unidades produzidas | Imagem: Divulgação

O recuo do ministro da Fazenda Guido Mantega em protelar a adoção do airbag e ABS a partir de 2014 é um sinal que a segurança falou mais alto que a possível demissão de funcionários ligados à produção de modelos antiquados que ainda resistem no mercado brasileiro. No entanto, a exceção aberta para a Kombi demonstra que a cultura da “panela velha”, da famosa música, persiste no País, seja por parte das montadoras, sindicalistas ou mesmo do consumidor.

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