Muito distante da sua primeira aparição oficial – em setembro no Salão de Frankfurt –, a nova geração do Astra foi revelada, ao que tudo indica, pela própria Opel, subsidiária da General Motors na Europa. O hatch médio, no entanto, vinha sendo mostrado aos poucos, como tem feito muitas marcas.

Mas agora o rival do Golf, da Volkswagen, enfim, aparece sem nenhum disfarce, revelando a influência do sedã Insignia em suas linhas. Ao contrário da atual geração (para nós o Vectra GT), o novo Astra está esguio e elegante, com entre-eixos estendido.

Novidade para a Opel, o modelo apresenta até uma janela-espia, aquele pequeno triângulo no início da porta dianteira. O recurso é sinal de um para-brisa extremamente inclinado, denunciando um ótimo Cx, o coeficiente de penetração aerodinâmica.

Além do Astra hatch de 5 portas, a versão mais comum, a Opel liberou alguns desenhos que mostram a perua Astra e a versão esportiva GTC.

Longe do Atlântico Sul

Uma longa tradição deverá ser quebrada a partir de agora. O Astra, com um breve intervalo, sempre foi fabricado no Brasil. Tudo começou com o Chevette, que na Europa era chamado de Kadett. Depois da versão da década de 1970, apenas em 1989 chegava ao país o novo Kadett, então um modelo médio.

Em seguida, tivemos o Astra belga por um período curto até que em 1998 a Chevrolet começou a produzir o atual Astra. Como havia crescido na sua geração seguinte, a montadora optou por rebatizar o Astra como Vectra e em 2007 era introduzido o Vectra GT. Mais uma vez, o Opel Astra cresceu muito e ficou mais sofisticado, tornando sua presença no Brasil impossível. Em seu lugar teremos um derivado do sedã Cruze.

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Redação

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