Economia de R$ 350 a R$ 400: como melhorar a pintura do carro sem polir

Manchas, riscos superficiais e contaminações podem ser facilmente removidos sem ter de recorrer a um profissional
Selante de pintura melhora o visual e ainda protege a área criando um “escudo invisível”

Selante de pintura melhora o visual e ainda protege a área criando um “escudo invisível” | Imagem: Divulgação

Com o tempo, a pintura do carro perde aquele aspecto brilhante e bonito, resultado das intempéries e da falta de cuidado. Para esses casos, o procedimento mais comum é o polimento, que hoje custa entre R$ 350 e R$ 400, de acordo com o tipo do veículo.

Para economizar essa grana, dependendo do estado da superfície, é possível recorrer a outros métodos mais simples e baratos e com resultado surpreendente. Estamos falando dos selantes de pintura que além de melhorar o visual, ainda protege a área criando um “escudo invisível” durante a lavagem da carroceria. Um selante sintético que recomendo e uso bastante é o Sensory da Alcance Profissional, vendido em lata aerossol de 300 ml e que é comercializado por R$ 90 nas principais lojas virtuais de produtos e estética automotiva.

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Sem dúvida, o preço assusta num primeiro momento, mas o rendimento é surpreendente. Em média, a embalagem consegue o tratamento completo de até 12 veículos pequenos e traz a vantagem de poder ser usada em vidros sem o risco de manchar. Mas antes de aplicar, o veículo precisa estar descontaminado após lavado. Com uma claybar (argila descontaminante), faça movimentos de vai e vem sobre a pintura e vidros, sempre umedecendo com água nas áreas a serem tratadas. Nas primeiras aplicações você vai notar a sujeira sobre a argila, resultado das contaminações incrustadas nos poros da pintura. Por isso, dobre para dentro a argila sempre que notar essa contaminação. Do contrário, vai riscar a área.

Depois de descontaminada e secar com uma toalha de microfibra, chegou a vez de aplicar o selante da Alcance Profissional. Nesse caso, você vai precisar de mais três toalhas de microfibra: uma para aplicação, outra umedecida para remoção do excesso do produto e a última para o acabamento. Para economizar no selante, eu prefiro borrifar direto na toalha e depois espalhar sobre as áreas como teto, capô, tampa do porta-malas, vidros, portas e para-choques. Vale ressaltar que o produto vai bem também nos faróis, lanternas e peças plásticas.

Fazendo movimentos de vai e vem de forma horizontal e vertical - isso é importante para certificar de que não ficou nenhuma área sem o produto - com a segunda flanela umedecida com água, retire o excesso, lembrando que esta etapa precisa ser feita depois de alguns minutos de secagem. O procedimento final é do acabamento. Para isso, com o terceiro pano devidamente seco e limpo, faça passagens por toda a carroceria certificando de que não ficou nenhum resquício do selante. 

Ao final das etapas, é prazeroso sentir a pintura e vidros com toque liso e ver o efeito do brilho molhado. Este procedimento pode ser feito a cada 12 meses (tempo médio da durabilidade da proteção do produto), lembrando que tudo vai depender das condições a que o veículo é submetido.

Somando o Sensory da Alcance Química ao custo médio de R$ 90, mais o kit de quatro toalhas de microfibra médias no valor de R$ 15, eu gastei R$ 105, fora o frete que vai depender da localidade. No meu caso, somando tudo, eu desembolsei R$ 145, fora o tempo de serviço de duas horas - somando lavagem completa, descontaminação e aplicação do selante. 

E aí, compensa o “faça você mesmo” do que gastar de R$ 350 a R$ 400 no serviço profissional de polimento?

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