Honda HR-V e mais 4 carros bons, fáceis de vender e ganhar um bom dinheiro

Além de serem bem valorizados, tem modelos que chegam a fazer mais de 15 km/l; saiba mais
Honda HR-V 2019

Honda HR-V 2019 | Imagem: Divulgação

Comprar um carro usado exige cautela para não perder dinheiro devido à dificuldade de revenda. Mas os SUVs, que estão tão em alta, podem ser o caminho, como o Jeep Compass. O prestígio da marca e a alta procura no mercado de SUVs seminovos garantem uma ótima liquidez e facilidade de revenda, bem como o Honda HR-V.

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Outro excelente exemplo é o Toyota Corolla, que dispensa comentários. A imagem fortalecida da marca e o excelente custo-benefício do sedã fazem qualquer um se apaixonar por ele. Não é raro encontrar unidades com alta quilometragem ainda em bom estado igualmente à picape Fiat Strada, líder no ranking geral de vendas.

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Pensando nas qualidades que cada um tem a oferecer, separamos cinco carros nacionais, igual ao exemplo do Toyota e do Fiat, para você comprar sem medo de ser feliz e não ter dor de cabeça. 


1 - JEEP COMPASS

Jeep Compass 2018
Jeep Compass
Imagem: Divulgação

A segunda geração do Jeep Compass veio em 2016, com motores 2.0, sendo uma turbodiesel (170 cv) e outra flex (166/159 cv). Na mudança estética de 2021, chegou o 1.3 turbo flex (185/180 cv). Mais econômico, faz 7,1 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol e, com gasolina, 10,4 km/l e 12,1 km/l, respectivamente.

Em 2022, chegou a versão Série S híbrida 4xe. Importado da Itália, contava com motor 1.3 turbo de 180 cv e 27,5 kgfm (a 1.750 rpm) e mais um elétrico traseiro (60 cv), transmissão automática de seis marchas e tração nas quatro rodas. A potência combinada era de 240 cv e o torque de 47,9 kgfm.

Em 2024, ganhou a opção 2.0, só a gasolina, de 272 cv e torque de 40,8 kgfm (a 3.000 rpm) com câmbio automático de nove marchas. Hoje ela convive com a 1.3 turboflex, citada anteriormente, que é a opção com melhor custo-benefício da linha Compass.

  • Principais prós: excelente acabamento e nível de equipamentos
  • Principais contras: porta-malas limitado e suspensão dura
  • Preço médio da versão básica 2017: R$ 80 mil

2 - TOYOTA COROLLA

Toyota Corolla
Toyota Corolla
Imagem: Divulgação

O Toyota Corolla tem boa procura, independentemente do ano e versão. Robusto e confiável, o sedã trouxe muitas inovações. A partir da 11ª geração (2014), o sedã trouxe a transmissão automática CVT (Multidrive) com sete marchas simuladas no lugar da automática convencional com quatro posições.

No entanto, os motores flexíveis 1.8 (144/139 cv) e 2.0 (153/142 cv) foram mantidos. No modelo mais econômico (1.8 GLi Multidrive), o Corolla faz 7,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada com etanol e, com gasolina, percorre 11,4 km/l e 13,2 km/l, nessa ordem.

Desde a versão de entrada, o Corolla conta com direção elétrica; ar-condicionado (manual), computador de bordo, coluna de direção ajustável em altura e profundidade; sistema de som com entrada USB e conexão para iPod e Bluetooth, volante multifuncional, entre outros equipamentos.

  • Principais prós: robustez e conforto
  • Principais contras: tampa do porta-malas com articulação pescoço de ganso e acabamento simples
  • Preço médio da versão básica 2017: R$ 81.500

3 - FIAT STRADA

Fiat Strada 2016
Fiat Strada
Imagem: Divulgação

A Fiat Strada chegou em 1998 e atualmente é o veículo mais vendido do Brasil.   Com quase 30 anos, foram várias inovações, como as cabines estendida (1999), dupla (2009), com três portas (2013) e quatro (2020), na qual houve uma mudança estrutural completa.

Em termos de evolução técnica e mecânica, surgiu o bloqueio de diferencial Locker (2008), câmbio automático CVT (2021) e motor Turbo 200 Flex. A grande evolução mais marcante na trajetória da Strada veio em 2020, quando abandonou a plataforma do Palio para dar lugar à moderna MPP. 

Com a melhoria, a picape da Fiat passou a contar com o motor flex 1.3 Firefly de 109/101 cv, substituindo o antigo beberrão 1.8 de origem GM. Bem mais econômica, está entre as favoritas das empresas e frotistas. Faz no etanol 8,5 km/l na cidade e 9,2 km/l na gasolina, 12 km/l e 13,2 km/l. 

  • Principais prós: robustez e facilidade de manutenção
  • Principais contras: espaço interno e conforto
  • Preço médio da versão mais em conta CD 2017: R$ 67 mil

4 - HONDA HR-V

Honda HR-V 2020
Honda HR-V
Imagem: Divulgação

O Honda HR-V chegou em 2015 em três versões de acabamento, todas equipadas com 1.8 flex de até 139/140 cv, combinado ao câmbio manual de cinco marchas ou ainda com a caixa automatizada CVT com simulação de sete velocidades. 

Na lista de equipamentos de série, desde a mais simples LX, já trazia controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, entre outros itens. Já as rodas de liga leve de 17 polegadas, ar digital, airbags laterais e bancos em couro, por exemplo, faziam parte da EX e EXL.

Na segunda geração, fora o visual atualizado, o propulsor turbo 1.5 passou a ser flex (177 cv, no etanol ou gasolina). No consumo, são 8,1 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada com etanol e, com gasolina, 11,5 km/l na cidade e 12,9 km/l, nessa ordem.

  • Principais prós: robustez e versatilidade
  • Principais contras: custo das manutenções e desempenho (motor 1.5 aspirado)
  • Preço médio da versão LX 2017: R$ 83.500

5 - VOLKSWAGEN VOYAGE

VW Voyage
VW Voyage
Imagem: Divulgação

O Volkswagen Voyage deixou o Brasil em 1996 e só voltou ao mercado em 2008 como linha 2009. Derivado do hatch Gol da quinta geração ou G5, com o qual o sedã também dividia a mesma plataforma PQ24 — a mesma do Polo e Fox —, uma das vantagens está no porta-malas de 480 litros. 

Uma das mudanças mais significativas ocorreu em 2016 com o segundo facelift e novas mudanças mecânicas, como a introdução no motor 1.0 12V de três cilindros (82/75 cv). Com câmbio manual de cinco marchas, o consumo é de 8,9 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada com etanol e, com gasolina, 13,4 km/l e 15,6 km/l. 

  • Principais prós: peças baratas e porta-malas
  • Principais contras: acabamento interno e problemas crônicos no câmbio (I-Motion)
  • Preço médio da versão 1.0 flex 2017: R$ 43.500

 


    

 

Fernando Garcia

Especialista em análises do mercado de veículos usados, Fernando Garcia tem passagens por revistas automobilísticas e no AUTOO traz vários artigos especiais com curiosidades, serviços e dicas.