Chevrolet Montana chega à linha 2027 sem versão híbrida; veja preços e o que muda
Picape passa a ficar mais cara e terá que enfrentar fortes rivais a partir dos próximos meses
A GM começa a vender a linha 2027 da picape Montana sem versões híbridas leves que estavam sendo esperadas para poder enfrentar os fortes rivais que estão a caminho. Mas isso deverá ficar para o início do ano que vem, como parte da linha 2028. Por enquanto, a principal mudança fica por conta dos preços, que ficaram mais altos.
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No caso da versão básica, a 1.2 MT, com câmbio manual, de seis marchas, o aumento foi de R$ 1.100, o que levou o preço sugerido para R$ 133.090. Esta versão já vem com central multimídia com tela de 8 polegadas, volante multifuncional, tampa da caçamba com alívio de peso, rodas de aço com calotas de aro 16, entre outros itens.
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Depois, vem a versão LT (R$ 137.690), que tem o mesmo conjunto mecânico da versão mais em conta, ou seja, motor 1.2 turboflex, que rende até 141 cv e 22,9 kgfm de torque e funciona com injeção direta de combustível. Pode fazer 12,3 km/l de gasolina na cidade e 13,7 km/l na estrada, de acordo com o Inmetro, números que passam para 8,4 km/l e 9,7 km/l com etanol, respectivamente.
A versão LTZ agora parte de R$ 154.990 e tem câmbio automático de 6 marchas, além de sensores no para-choque traseiro para ajudar a estacionar, volante com ajustes de altura e profundidade, apoio de braço para o motorista, rodas de liga-leve, chave presencial, entre outros equipamentos a mais em relação à LT.
A Chevrolet Montana Premier (R$ 162.990) tem faróis de LED, alerta de ponto cego, ar-condicionado digital, bancos de couro, acionamento remoto do motor e carregador de celular por indução. E a topo de linha RS (R$ 167.990) tem a mesma lista de equipamentos de Premier, mas com visual esportivo que inclui rodas exclusivas entre outros detalhes.
Fortes rivais

Imagem: Ricardo Mascarenhas
Não vai ser fácil para a Montana entrar na briga com as novidades que estão prestes a chegar. Uma delas é a Fiat Toro 2027 com sistema híbrido leve de 48 Volts, o mesmo que foi adotado no Jeep Renegade e no Commander. Deve ser lançada nas próximas semanas.
Vai ter motor 1.3 turboflex, de 176 cv. A tecnologia proporciona um torque imediato ao condutor, reduz em cerca de 7% o consumo de combustível no ciclo urbano e 8% as emissões de CO₂, de acordo com a fabricante.
Até o fim do ano a Renault vai lançar a picape Niagara, baseada no SUV Boreal. Também é provável que chegue com sistema híbrido de 48 Volts que depois será usado em outros modelos da linha da marca francesa.
A Volkswagen já confirmou que terá a picape Tukan. Deverá ser mostrada em breve, mas o lançamento ficará para o início de 2027. Vai estrear o motor 1.5 com sistema híbrido leve que aos poucos substituirá o conhecido 1.4 turboflex.
Para completar, a BYD já mostrou o prptótipo da nova picape baseada no SUV Song Pro na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), na semana passada. Será lançada no segundo semestre com sistema híbrido e preço competitivo.
