Facelift para a Mitsubishi Triton Sport estreia no Brasil em 2020

Segundo rumores, picape também poderá ser produzida na Argentina; saiba mais detalhes
Facelift da Mitsubishi L200 apresentado na Ásia

Facelift da Mitsubishi L200 apresentado na Ásia | Imagem: Divulgação

A novela que envolve a produção da picape Classe X, da Mercedes-Benz, ao que tudo indica pode mexer bem com os planos da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi para nossa região. Recapitulando: a Mercedes-Benz desistiu de produzir a picape média no continente sul-americano, inclusive cogita até abreviar a produção do modelo na Espanha alegando insatisfações com a procura pelo modelo. 

Com isso, a aliança franco-japonesa procura alternativas para suprir a capacidade produtiva da fábrica de Córdoba, na Argentina, onde a Classe X seria produzida ao lado as irmãs de projeto Renault Alaskan e da nova geração da Nissan Frontier, até o momento o único produto do trio comercializado no Brasil. 

Agora, segundo apurações do Argentina Autoblog e outros veículos de imprensa argentinos, são grandes os rumores de que a Mitsubishi pode aproveitar a unidade argentina para produzir localmente a L200 Triton. A marca japonesa voltou a atuar no país vizinho pelas mãos do grupo importador Antelo, que, segundo as negociações com os membros da aliança, seria autorizado a produzir a picape na fábrica em questão. Recentemente o novo presidente da Nissan, Guy Rodrígues, também aventou a entrada da Mitsubishi na planta argentina. 

Assim, é provável que a Mitsubishi comece a produzir seus modelos na fábrica que será, inicialmente, compartilhada com a Nissan. A filial argentina deve confirmar a fabricação da picape L200 nos próximos dias. 

Reflexos no Brasil? 

Procurados pelo Autoo, os representantes da Mitsubishi no Brasil informaram que desconhecem as negociações envolvendo a marca e a Aliança Renault-Nissan sobre a fábrica argentina. A empresa acrescenta que a L200 Triton Sport segue produzida em Catalão (GO) e o facelift para o modelo revelado no exterior entrará em produção no Brasil a partir de 2020.