Chevrolet Equinox é o sucessor do Captiva no Brasil

Marca não afirma categoricamente, mas dá pistas sobre seu futuro SUV de porte médio, que brigará com Compass, New Tucson e cia
Chevrolet Equinox 2018

Chevrolet Equinox 2018 | Imagem: Divulgação

A notícia se espalhou como pólvora acesa em meio à neve em Detroit, onde ocorre o NAIAS, o primeiro salão de automóvel do ano. Durante a apresentação do novo Tracker 2017 a alguns veículos de imprensa, a GM deixou no ar a afirmação de ‘2017 será o ano dos SUVs’, algo que não chega a ser uma surpresa.

A dica, no entanto, tem a ver com o sucessor do Captiva no Brasil. O velho modelo, da versão Sport, já anda esquecido pelo público diante de tantos concorrentes mais novos. Por essa razão, o novo Equinox 2018, apresentado pela Chevrolet em dezembro, é o sucessor natural do utilitário esportivo.

Para começo de conversa, ele é mais um produto da plataforma D2XX, a mesma que deu origem ao novo Cruze e significa, em outras palavras, um veículo global e com eletrônica embarcada de ponta. Por outro lado, o Equinox será produzido no México (caso o sr. Donald Trump permita).

Ou seja, é a equação perfeita para chegar ao Brasil. Com bom espaço interno (entreeixos de 2,73 m) e visual bastante atraente, o Equinox, no entanto, deverá ser vendido com um motor mais potente que o bom 1.4 turbo que está a bordo do Cruze e do Tracker. Nos Estados Unidos, existe a opção um pouco maior, 1.5 Ecotec com 173 cv com gasolina, além de uma versão 2.0 turbo mais potente (256 cv).

A expectativa é que o Equinox sejá lançado no segundo semestre, mas é cedo para cravar um mês exato. É carro para custar mais de R$ 100 mil e complementar as vendas justamente do Tracker, que não chega a entrar na casa dos seis dígitos. E, assim, encarar uma turma nova e afiada, entre eles o New Tucson e o rei do segmento no momento, o Jeep Compass – e olha que uma versão turbodiesel até existe...

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