BYD Dolphin híbrido será flex e fabricado no Brasil; saiba quando chega
Novo modelo já foi lançado na Europa e segue a caminho do mercado brasileiro
A BYD confirma que o Dolphin G híbrido chegará ao Brasil em 2027, de acordo com Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da marca. O carro vai chegar primeiro como importado, mas há planos de fabricá-lo em Camaçari (BA), com motor a combustão flex que funciona com outro elétrico como parte do sistema plug-in. Será um dos modelos mais em conta da marca no país.
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Por isso, o BYD Dolphin híbrido G plug-in terá bom volume de produção no Brasil, mas ainda não se sabe partir de quando o hatch será nacionalizado. A chegada do novo modelo deverá aumentar ainda mais a participação da marca chinesa no mercado brasileiro.
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Na primeira quinzena de julho, a BYD ficou em terceiro lugar no ranking. Foram 9.855 unidades vendidas da BYD ante 9.027 da GM uma diferença de 758 unidades. A líder Fiat ficou com 19.040, seguido pela Volkswagen, que somou 17.122 unidades nos primeiros quinze dias de julho de 2026, conforme dados da consultoria Bright Consulting.
Como é o Dolphin híbrido

Imagem: Divulgação
Em sua essência, o Dolphin G DM-i funciona a maior parte do tempo como um veículo elétrico. Um motor a gasolina entra em ação principalmente como gerador para manter a bateria carregada.
Fabricado na Hungria, o Dolphin G DM-i não economiza em equipamentos de série para atingir seu preço bastante atrativo. Mesmo a versão Active vem equipada com rodas de liga leve, faróis de LED, ar-condicionado automático, sistema de navegação, câmera de ré e sistema multimídia de 10,1 polegadas.
A versão Boost oferece ainda uma tela multimídia maior, sistema de som aprimorado, carregamento sem fio de 15 watts para celular, volante revestido em couro vegano e bancos aquecidos. Há também iluminação ambiente multicolorida e duas portas USB-C para os ocupantes traseiros, que também contam com saídas de ar dedicadas.
No caso da versão Comfort eleva o nível para um patamar premium, com itens de série como luzes de cortesia, Google integrado, estofamento em tecido e couro vegano e ajustes elétricos para o banco do motorista. E o Dolphin G Sport, com 13.380 kg, destaca-se visualmente com rodas de liga leve pretas, revestimento premium em camurça sintética, detalhes internos em laranja ou azul e pintura nas cores Laranja Sunset ou Azul Oceano.
Apesar do tamanho compacto, a BYD, com foco no mercado europeu, oferece capacidade de carga líder na categoria, com 425 litros atrás dos bancos traseiros ante 250 litros do Dolphin SE disponível atualmente no mercado brasileiro, apenas como hatch 100% elétrico
Boa autonomia

Imagem: Divulgação
Equipado com um motor elétrico de tração dianteira, o BYD tem duas opções de bateria. A versão de menor capacidade possui 7,4 quilowatts-hora, enquanto a versão de longo alcance promete 18,3 quilowatts-hora. A marca chinesa anuncia 174 e 209 cavalos de potência, respectivamente, além de uma autonomia elétrica.
Em relação ao consumo combinado de combustível, a versões Active pode fazer teoricamente até 38,5 km/l e a Boost, 71,4 km/l, de acordo com dados da fabricante. Impressionante, sem dúvida, mas lembre-se de que os números de autonomia e consumo de combustível da BYD não significam nada em situações reais de condução.
Em termos de autonomia total, os números são: 1.019 e 1.040 quilômetros. A versão Active pode ser recarregada utilizando um carregador de 3,3 kW, em vez dos 6,6 quilowatts dos modelos Boost e versões superiores. O carregamento rápido também está disponível, oferecendo até 39 quilowatts em condições ideais.
