Nissan lança substituta da Livina; será que vem ao Brasil? Confira
Minivan de 7 lugares tem como base do Renault Triber. É voltada para mercados emergentes
Lembra da Nissan Livina? Foi uma minivan que foi vendida no mercado brasileiro entre 2009 e 2015, com versões de cinco e sete lugares e certo sucesso. Com a grande onda de SUVs, perdeu apelo. Agora, a marca japonesa lança a substituta Gravite, baseada na Renault Triber, primeiro na Índia. No Brasil, a novidade não chegará.
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A mudança mais notável em comparação com seu gêmeo da Renault é o para-choque dianteiro redesenhado, que agora apresenta uma grade maior com padrão de colmeia. Vem com entradas de ar horizontais no para-choque, emolduradas por elementos verticais em forma de C, juntamente com luzes diurnas de LED (DRL) discretamente reestilizadas.
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Espaço por preço atraente

Imagem: Divulgação
O perfil é idêntico ao do Triber , exceto por um novo conjunto de rodas de liga leve e uma paleta de cores renovada que inclui um tom Verde Floresta inspirado no SUV médio Nissan Patrol.
Na traseira, há um novo para-choque com linhas mais robustas e a inscrição "Gravite" na tampa do porta-malas. O modelo que aparece na galeria de imagens a Edição de Lançamento, limitada a 1.001 unidades e que se distingue por detalhes em laranja e adesivos especiais.
Apesar de medir 3.991 mm de comprimento, o modelo apresenta uma configuração de três fileiras e sete lugares. A terceira fileira é de série, mas pode ser removida completamente para quem prefere um porta-malas realmente utilizável, ampliando a capacidade de carga para até 625 litros.
O painel de instrumentos também foi herdado da Renault , incluindo a tela multimídia de 8 polegadas e o painel de instrumentos digital de 7 polegadas nas versões mais completas. Na versão topo de linha, há câmera dupla no painel, sistema de som JBL, iluminação ambiente, faróis de LED e barras de teto, entre outros itens.

Imagem: Divulgação
O Nissan Gravite utiliza a plataforma CMF-A+, a mesma do SUV Magnite e dos Renault Triber, Kwid e Kiger. Sob o capô, encontra-se um motor de três cilindros de 1.0 litro naturalmente aspirado, que produz 72 cv e 9,8 kgfm de torque.
A potência é transmitida para o eixo dianteiro por meio do câmbio manual, de cinco marchas ou automático. Com este conjunto mecânico, o desempenho fica bem longe de ser o ponto forte do carro.
De qualquer forma, o trunfo da Nissan com o Gravite é sua relação entre custo e benefício. Parte do equivalente a US$ 6.200 (R$ 32.381 em uma conversão simples). E chega a US$ 9.900 (ao redor de R$ 51.700) na versão Tekna Launch Edition, com câmbio automático e lista completa de equipamentos.
