Toyota Hilux 2027 vem aí: 5 razões para esperar pela nova picape média
Líder de vendas busca munições para se modernizar e distanciar de S10, Ranger, entre outras rivais
A Toyota Hilux há décadas é a picape média mais vendida do Brasil, ainda que fique devendo em alguns pontos como conforto. Entre suas principais qualidades estão durabilidade, robustez e confiabilidade mecânica. A capacidade no uso fora de estrada também agrada os mais aventureiros.
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A Hilux sempre apostou no tradicionalismo e, como é de fato, a nova geração (G9) não deverá ser tão revolucionária, ainda que traga um visual 100% novo. A plataforma IMV (Innovative International Multi-purpose Vehicle), por exemplo, será mantida, porém ganhará atualizações.
O motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros de 204 cv também prevalece. Continuará sendo oferecido com câmbio manual ou automático, ambos com seis marchas. A produção segue na mesma planta de Zárate, na Argentina, de onde vem sendo importado o modelo atual.
Por aqui, a picape média só deve chegar no início de 2027. Isso porque, segundo o presidente da Toyota Argentina, Gustavo Salinas, as vendas só devem acontecer depois de 2026, segundo o blog argentino Autoblog
Entre as mudanças, além do visual 100% atualizado, a principal evolução será a versão híbrida leve, como veremos mais adiante nesta matéria. Essa nova configuração estará disponível apenas para as versões topo de linha.
Hoje, a picape da marca japonesa ocupa o pódio com folga diante das rivais mais próximas Ranger e S10. No ranking AUTOO, a picape da Toyota já acumulou 41.363 vendas nos 10 primeiros meses do ano. Em seguida, vêm os utilitários da Ford e Chevrolet, com 28.132 e 24.877 exemplares vendidos, respectivamente. Bem mais distante, surge a Mitsubishi Triton, com 8.183 negociações no mesmo período.
Com muitas expectativas e mistérios, acompanhe cinco motivos cruciais para fazer valer a pena esperar pela nova Hilux 2027.
1 - VISUAL
O visual da nova Hilux G9 será o cartão de visitas, indiscutivelmente. O destaque estará concentrado na parte frontal, onde o conjunto óptico, agora com faróis mais afilados, trouxe um ar mais, digamos, futurista.
No entanto, no leque de opções, apenas as versões mais caras manterão a assinatura em LED. Dessa maneira, nas opções voltadas para o trabalho, como a cabine simples e cabine dupla em suas versões de entrada, os faróis serão os convencionais halógenos. Ainda na frente, a grade está integrada somente ao para-choque dianteiro, reforçando a nova identidade da Toyota.
Na lateral, as linhas não trazem grandes surpresas, mas a boa notícia está no degrau lateral ‘stepside’, instalado atrás do para-lama traseiro. Isso facilita sobretudo no acesso à caçamba.
Na traseira, as lanternas ganharam recortes menos ousados que os usados atualmente. A tampa traseira traz vincos bem acentuados com a logotipia ‘Toyota’ em baixo relevo bem ao centro. Mais acima, discretamente, na maçaneta da tampa encontra-se o nome ‘Hilux’.
2 - CONFORTO

Imagem: Divulgação
Não é novidade para os mais íntimos da marca que a Toyota Hilux sempre teve como pontos negativos o reduzido diâmetro de giro. O termo refere-se à medida do espaço mínimo necessário para um veículo fazer uma curva completa de 360 graus.
Com a Hilux G9 chegando, isso pode mudar. Isso porque a nova geração promete, finalmente, adotar sistema de direção do tipo elétrica. É o que diz a imprensa argentina, país no qual a Toyota Hilux é fabricada.
3 - INTERIOR
A camionete mais popular da Toyota chega em sua nova geração apostando em um interior totalmente novo. Agora, ele está mais conectado e digital, ainda que tenha mantido alguns comandos físicos, como o do ar-condicionado.
O cluster é 100% digital e tem tela de 12,3 polegadas e uma central multimídia mais completa e atualizada. De acordo com o periódico argentino Clarín, a Toyota anunciou que a nova Hilux terá novo sistema de serviços remotos. Por meio de um aplicativo, o usuário poderá ter acesso a determinadas funções e informações do veículo.
4 - VERSÃO HÍBRIDA

Imagem: Divulgação
A grande aposta da nova Hilux, em meio à tendência dos novos híbridos voltados para o nosso mercado, está no sistema híbrido leve (MHEV).
Disponível na Europa e em alguns países da Ásia, o recurso da Toyota combina o motor 2.8 turbodiesel a um pequeno motor-gerador elétrico de 11 cv que é alimentado por uma bateria de 48 V.
O objetivo maior é melhorar consideravelmente o consumo, sem que isso prejudique as acelerações, principalmente se for usada no seu limite. Segundo a Toyota, a Hilux tem capacidade máxima de reboque de 3.500 kg, enquanto que de carga, 1.000 kg.
5 - MUDANÇAS PONTUAIS
Entre outros recursos de conforto, outro ponto a favor da camionete Hilux G9 é o freio de estacionamento elétrico com função Auto Hold e os bancos dianteiros aquecidos.
Em termos de segurança, a Toyota afirma ter ampliado sua oferta de sistemas e recursos de assistência ao motorista no pacote Toyota Safety Sense.
Pelo menos é o que diz a imprensa estrangeira, que cita o recurso de frenagem autônoma de emergência, monitoramento de ponto cego, alerta de saída segura, monitoramento da atenção do motorista, entre outras comodidades.
