Volkswagen T-Cross lidera entre os SUV seminovos; conheça os 5 carros mais vendidos
Utilitário esportivo também está no topo de ranking do segmento entre os modelos 0 km
O Volkswagen T-Cross é o SUV compacto líder de vendas no mercado brasileiro, conhecido por seu excelente espaço interno (graças à plataforma MQB) e conjunto mecânico turbo desde o seu lançamento e em todas as versões. No mercado de usados, o SUV também se tornou o líder de vendas.
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As qualidades do T-Cross vão além da consolidação da marca no Brasil, e o Nivus segue o seu caminho em segundo lugar entre os seminovos. A estreia do conceito de SUV cupê no país mostrou que é possível combinar a esportividade de um cupê com a posição de dirigir mais alta de um utilitário esportivo.
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Confira estes e mais outros três SUVs de zero a três anos mais vendidos de setembro, com base na nova edição do Índice de Veículos Usados Grupo OLX - Fenauto (informe de setembro/26).
1 - VOLKSWAGEN T-CROSS

Imagem: Divulgação
O Volkswagen T-Cross, por anos, vem sendo o SUV compacto mais vendido do Brasil. O truque vai além da confiabilidade na marca alemã e suas inúmeras redes autorizadas espalhadas por todo o Brasil. O belo conjunto motriz é um deles e, claro, não podemos nos esquecer da segurança.
O T-Cross está sempre equipado com motor 1.0 turbo de 128 cv de potência e 116 cv com etanol, e câmbio automático de seis marchas. Faz 8,3 km/l na cidade e 10 km/l na estrada quando colocado etanol, e 12 km/l no ciclo urbano e 14,4 km/l no rodoviário abastecido com gasolina, conforme o Inmetro.
Quanto aos itens de série, desde a linha 2025, todas as versões passaram a ter o pacote de assistência ao motorista ADAS mais completo, com assistente de mudança de faixa, detector de ponto cego e assistente traseiro de saída de vaga, apenas para falar dos itens principais.
- Preço médio: R$ 100 mil
- Principais prós: bom desempenho e baixo consumo de combustível
- Principais contras: acabamento simples e porta-malas pequeno
2 - VOLKSWAGEN NIVUS

Imagem: Divulgação
O Volkswagen Nivus foi lançado em 2020 e, até então, só passou por uma única mudança estilística, ocorrida no final de 2024, já como linha 2025. No entanto, está prevista uma nova geração para 2027, como modelo 2028, que fará estreia do novo motor 1.5 híbrido de 48 Volts.
O Nivus, em qualquer versão, usa motor 200 TSI de três cilindros turbinado 1.0 12V de até 128 cv e torque 20,4 kgfm, com câmbio Tiptronic (com paddle shift). No consumo, dados do Inmetro indicam na cidade 8,3 km/l e, na estrada, 9,9 km/l (etanol) e 11,9 km/l no ciclo urbano e 14,1 km/l no rodoviário (gasolina).
Bem equipado em qualquer versão, o destaque vai para a Comfortline, que agrega faróis em LED, central multimídia de 10 polegadas, ar-condicionado digital, câmera traseira, piloto automático adaptativo, carregador de celular por indução e chave presencial, só para citar alguns deles.
- Preço médio: R$ 115 mil
- Principais prós: design atraente e porta-malas (415 litros)
- Principais contras: acabamento simples e espaço traseiro apertado
3 - HYUNDAI CRETA

Imagem: Divulgação
Considerado o primeiro SUV feito na planta de Piracicaba (SP), o Hyundai Creta foi apresentado no final de 2016 e comercializado como linha 2017. Entre as versões estavam a Attitude 1.6, manual ou automática; 1.6 Pulse, manual ou automática; 2.0 Pulse, automática e Prestige 2.0, automática.
A segunda geração chegou em 2021 com um visual polêmico e marcante, mas trouxe grandes evoluções em tecnologia, segurança e motorização. O motor flex 1.0 turbo de 120 cv faz 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, e, na gasolina, são 11,6 km/l e 12 km/l, nessa ordem. Os dados são do Inmetro.
Ainda que o estilo divida opiniões, o Creta da segunda geração evoluiu no acabamento. Fora isso, o nível de equipamentos também merece elogios. Traz, desde a versão mais simples, o câmbio automático de seis marchas, seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, assistente de partida em rampa e muito mais.
- Preço médio: R$ 100 mil
- Principais prós: lista de equipamentos e porta-malas
- Principais contras: design polêmico e desempenho (gasolina)
4 - CHEVROLET TRACKER

Imagem: Divulgação
A terceira e atual geração do Chevrolet Tracker surgiu em 2020 e ganhou produção nacional, mais precisamente na planta da General Motors do Brasil de São Caetano do Sul, SP. Chegou com duas opções de motor, ambas turbo.
O propulsor 1.0 12V rende 116 cv com etanol ou gasolina e é mais econômico em torno de 5% comparado às versões com motor 1.2. O câmbio é automático, de seis marchas. No consumo com gasolina, essa opção faz 11,2 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada, revelando uma ótima marca. Já com etanol, são 7,8 km/l no ciclo urbano e 9,6 km/l no rodoviário, pelo Inmetro.
No topo de linha Premier do Tracker, o cliente é contemplado com rodas de 17’’ com acabamento diamantado, carregador wireless, espelho retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva, sensor de estacionamento dianteiro, lateral e traseiro, bancos de couro, indicador de distância do veículo da frente, sistema de monitoramento de pressão dos pneus entre outros itens.
- Preço médio: R$ 108 mil
- Principais prós: boa segurança e bom conforto
- Principais contras: preço do seguro e suspensão fraca
5 - JEEP COMPASS

Imagem: Divulgação
O Jeep Compass começou a se popularizar no ano de 2016 com a segunda geração, que, desde então, é produzida em Goiana, Pernambuco.
Inicialmente veio com motores 2.0, sendo uma turbodiesel de 170 cv emprestada do Renegade e outra flex de até 166 cv. Na mudança estética de 2021, veio o 1.3 turbo flex (185 cv), mais econômico. Faz 7,7 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada com etanol, mas com gasolina são 11,2 km/l e 13,5 km/l, nessa ordem, conforme o Inmetro.
Entre os principais itens de série, na opção de entrada Sport, há direção elétrica, volante multifuncional, computador de bordo, quadro de instrumentos TFT de 3,5 polegadas, controle de tração e estabilidade, controle eletrônico anticapotamento, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, entre outros equipamentos.
- Preço médio: R$ 100 mil
- Principais prós: bom acabamento e nível de equipamentos
- Principais contras: porta-malas limitado e suspensão dura
