Chevrolet Spin e mais 4 carros usados de 7 lugares de até R$ 50 mil; confira
É possível encontrar modos espaçosos para viajar e que não pesam muito no bolso
As opções de veículos novos com capacidade para até sete pessoas mais baratas do Brasil se restringem ao Citroën Aircross 7 e à Chevrolet Spin LTZ, que custam a partir de R$ 128.490 e R$ 153.990. Para quem quer pagar pouco, a saída são os modelos usados, como a própria Spin, que pode ser encontrada por menos de R$ 50 mil.
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Não gosta da Chevrolet Spin? Não faz mal, pois listamos mais quatro opções bem baratas para você e sua família, como exemplos da Fiat, JAC Motors, Nissan e Dodge. Confira o que cada um tem de melhor a oferecer e seus principais pontos fracos.
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1 - DODGE JOURNEY

Imagem: Divulgação
O Dodge Journey chegou importado do México em 2008, era disponibilizado em uma única versão, a SXT, equipada com motor 2.7 V6 de 185 cv acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades.
Se o acabamento do crossover da Dodge não fazia jus ao carro, a Dodge, em contrapartida, não poupava na lista de equipamentos de série, oferecendo câmbio automático, ar-condicionado com saídas para todos os ocupantes, bem como luzes de leitura, além de diversos porta-objetos espalhados pelo interior, tudo de série que incluía ainda diversos itens de segurança como seis airbags, freios ABS e controle de estabilidade e tração, sistema anticapotamento etc.
Em 2011, o Journey receberia a sua primeira mudança estética e melhor acabamento com materiais mais nobres. Na motorização, estreava o novo motor Pentastar V6 de 3,6 litros de 280 cv.
Para 2014, a maior novidade ficou por conta da tração 4x4, batizada pela marca de AWD e oferecida apenas para a topo de linha R/T. Em 2018, o Dodge de sete lugares deixou de ser importado e hoje é uma interessante opção para a família por menos de R$ 50 mil.
- Principais prós: muito confortável e lista farta de equipamentos
- Principais contras: consumo elevado e rede escassa de autorizadas
2 - FIAT DOBLÒ

Imagem: Divulgação
O Fiat Doblò chegou em 2001, inicialmente nas versões EX, com motor Fire 1.3 16V de 80 cv, e a topo de linha ELX, equipada com o propulsor Corsa Lunga 1.6 16V de 106 cv, que durou até 2004, sendo substituído pelo 1.8 de 103 cv de origem GM, que virou flex em 2006, passando a render 114 cv com etanol e 112 cv com gasolina.
Durante a sua trajetória, chegou a ser vendido também com outros propulsores flexíveis como o 1.8 16V E.torQ (132/130 cv) e 1.4 (86/85 cv). No entanto, a maioria deles não tinha desempenho elogiável e ainda por cima não eram econômicos.
Por outro lado, a versatilidade estava a seu favor. Com 4,25 metros de comprimento, 1,85 m de altura, 1,72 m de largura e um entre-eixos de 2,56 m, o monovolume compacto acomoda com folga até sete pessoas, incluindo o motorista. E o seu porta-malas? Com os bancos da terceira fileira rebatidos, o volume chegava a enormes 665 litros.
Apesar disso, o Fiat Doblò nos deixou em 2021, completando 20 anos de vida sem grandes mudanças profundas e estilísticas e, por todo esse tempo, foi uma das opções mais baratas de se levar sete ocupantes.
- Principais prós: espaço interno e ampla rede de autorizadas
- Principais contras: acabamento ruim e desempenho fraco
3 - JAC J6

Imagem: Divulgação
Importada da China a partir de 2011, a minivan JAC J6 foi uma opção aos modelos Nissan Livina, Chevrolet Spin, entre outros esta última ainda em linha de produção.
O estilo agradou bastante à época e, passados 15 anos, é uma minivan que envelheceu bem. O desenho mescla linhas fluidas e curvas, bem mais modernas que as da Chevrolet Zafira ou Nissan Livina.
Outro ponto que merece a atenção são os equipamentos de série. Ela traz direção hidráulica, ar-condicionado digital, CD player com entrada USB, airbag duplo, freios ABS com EBD, travamento automático das portas a 15 km/h, monitoramento de pressão dos pneus, luzes de neblina traseira e dianteira, sensor de estacionamento traseiro, faróis com regulagem elétrica de altura, entre outros pormenores.
Em 2016, ganhou a sua primeira mudança visual, com novos faróis, lanternas, para-choques e grade redesenhados. A melhor fase ocorreu no final de 2014 com a transição do propulsor 2.0 só a gasolina (136 cv) para o flex (160/155 cv). Ganhou em desempenho, mas o consumo ainda deixava a desejar. No etanol, são 5 km/l na cidade e 6,2 km/l na estrada e, na gasolina, 7,1 km/l e 9 km/l, respectivamente (contra 7 km/l e 9,1 km/l do antigo motor só a gasolina).
Com vendas em baixa e a procura por modelos de outros segmentos, como o dos SUVs, a minivan se despediu em 2016 do nosso mercado.
- Principais prós: ótimo espaço interno e lista boa de equipamentos
- Principais contras: alto consumo de combustível e poucas revendas
4 - NISSAN GRAND LIVINA

Imagem: Divulgação
A Grand Livina chegou em 2009, com uma interessante opção de sete lugares. Produzida em São José dos Pinhais (PR) junto à configuração de cinco ocupantes, a versão alongada é 24 cm maior que a opção menor da Livina e 9 cm mais comprida que a Chevrolet Zafira.
Na altura, o Grand mede 1,58 cm e, na largura, 1,69 cm. O entre-eixos é de 2,60 cm, o que se traduz em um excelente espaço interno e muito conforto. O porta-malas, com a terceira fileira sem uso e somando o compartimento extra sob o assoalho com 18 litros de capacidade, chega a incríveis 607 litros de capacidade.
Entre os equipamentos, dependendo da versão, pode ter ar-condicionado automático digital, bancos e volante revestidos de couro, faróis de neblina, travamento automático das portas com o carro em movimento, air bag duplo, ABS com distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA) e muito mais.
Independentemente da versão a ser escolhida, o motor é sempre o 1.8 16V bicombustível de 126/125 cv, disponível com câmbio manual de cinco trocas ou automático de quatro velocidades, vendido como opcional. O destaque fica por conta do consumo na opção com transmissão mecânica, obtendo a melhor marca com gasolina: 11,4 km/l na cidade e 15,7 km/l em rodovias.
Apesar das inúmeras vantagens, as vendas nunca decolaram e, diante da falta de atualizações estilísticas e da própria preferência do consumidor brasileiro por outros segmentos, a Grand Livina deixou o posto em 2014.
- Principais prós: baixo consumo de combustível e muito conforto
- Principais contras: escassez de peças e isolamento acústico ineficiente
5 - CHEVROLET SPIN

Imagem: Divulgação
A Chevrolet Spin surgiu em 2012 como substituta da Zafira e, apesar do seu visual que ainda divide opiniões, traz inúmeras qualidades como conforto, espaço, robustez e bom nível de equipamentos de série. Além da versão de entrada LT, com capacidade para cinco passageiros, havia a topo de linha LTZ, para sete pessoas, que é o foco desta matéria.
Seja qual for, o motor é o mesmo, ou seja, 1.8 Econo.Flex (108/106 cv), com transmissão manual de cinco marchas ou, como opcional, a automática de seis velocidades.
Na lista de itens de série, há ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), dois airbags, vidros e travas elétricas, computador de bordo, sensor de estacionamento e controles no volante e muito mais. De opcional, podia ser pedido com transmissão automática de seis marchas e com controle automático de velocidade.
A minivan da Chevrolet tem porta-malas de 710 litros, um dos elogios mais citados pelos seus proprietários. Já entre as críticas levantadas, o consumo e o desempenho lideram na pesquisa.
- Principais prós: ampla rede de lojas e porta-malas.
- Principais contras: consumo e desempenho.
