Fiat Toro ganhará motor 2.2 turbodiesel fabricado na Argentina

Picape é vendida atualmente com propulsor importado da Itália. Mudança será no segundo semestre
Fiat Toro

Fiat Toro | Imagem: Divulgação

Como parte do investimento de US$ 385 milhões na fábrica de Córboba (Argentina), o Grupo Stellantis confirma que vai começar a produzir no país vizinho, a partir do segundo semestre, o motor 2.2 Multijet turbodiesel que equipa as picapes Toro e Ram Rampage, além do Jeep Commander. Hoje em dia este propulsor é importado da Itália.

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De acordo com a fabricante, com o início da produção em Córdoba, o motor fabricado na Argentina permitirá maior integração de componentes locais nessas picapes e também será exportado para o Brasil.

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O motor 2.2 turbodoesel é capaz de render 200 cv e bons 45,9 kgfm de torque a meros 1.500 rpm acoplado ao câmbio automático de 9 marchas e ao sistema de tração inlegral. Entrou no lugar do 2.0 Mulijet, que deixou de ser oferecido no mercado.

Com o novo motor 2.2 turbodiesel, Fiat Toro pode fazer até 13,6 km/l na estrada e 10,5 km/l na cidade, de acordo com dados do Inmetro. Além disso, a picape é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos e atingir 201 km/h. 

Versão híbrida

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De acordo com o site Autos Segredos, o novo sistema MHEV de 48 volts é que irá equipar não só a Fiat Toro, mas também os modelos da Jeep. Na prática, o sistema fornecerá mais potência em relação ao de 12V, já empregado nas versões híbridas leves da dupla Pulse e Fastback.

Este recurso de 48V mais eficiente será associado ao consagrado propulsor 1.3 Turbo 270 Flex, conhecido por oferecer excelente agilidade, com bom torque em baixa rotação.

Isso possibilitará um menor consumo de combustível, sobretudo na cidade, onde este propulsor, sem o recurso híbrido, a picape da Fiat leva a fama por gastar mais combustível.

Ainda de acordo com o portal Autos Segredos, a picape Toro manterá o câmbio automático convencional (AT6 Aisin), com o tradicional conversor de torque. Tal sistema acarreta uma menor perda de potência em relação à transmissão que leva dupla embreagem, classificada como DCT (Dual Clutch Transmission).

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A bateria de 48 volts, tal como ocorre com o sistema 12 volts dos Pulse e Fastback, ficará alojada sob o banco do motorista.
Tal localização permite melhor distribuição de peso e o aproveitamento do espaço, sem comprometer o porta-malas, no caso do Pulse ou Fastback como o da caçamba da nova Toro híbrida. Assim, a picape intermediária da Fiat vai manter os 937 litros.

 

Carlos Guimarães

Jornalista há mais de 20 anos, já acelerou várias novidades, mas não dispensa seu clássico no final de semana