Honda City renovado chega à Índia antes do Brasil e com versão híbrida; confira os preços
Sedã será lançado no mercado brasileiro com mudanças, no segundo semestre, mas ainda sem eletrificação
O Honda City também faz sucesso em mercados como a Índia, e por lá ele acaba de ganhar um visual renovado e mais equipamento. A mudança mais chamativa está na frente do carro.
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A Honda pegou um pouco do que tem no Accord e Civic para redesenhar o City. Faróis mais finos e com cara de malvado, uma faixa de LED costurando a parte superior da gradee o emblema da Honda agora posicionado diretamente no capô. A barra cromada que estava lá antes? Foi embora.
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Como ficou a traseira do City

Imagem: Divulgação
Atrás, as lanternas ganharam lentes transparentes com grafismo de LED repaginado, e o para-choque traseiro foi remodelado com um difusor na parte inferior.
As tomadas de ar dianteiras ficaram mais angulares, e a Honda ainda adicionou rodas de liga de cinco raios de 16 polegadas com acabamento diamantado. Para quem gosta de personalizar, uma nova cor entrou no cardápio, Crystal Black Pearl.
Por dentro

Imagem: Divulgação
A cabine não mudou de arquitetura, mas ganhou itens que fazem diferença no dia a dia. A tela de infoentretenimento cresceu de 8 para 10,1 polegadas. Ela aparece no mesmo painel de antes, o que dá uma leve impressão de item instalado depois, mas funciona.
As novidades vão além da tela. Os acabamentos mais completos chegam com bancos dianteiros ventilados, câmera de visão 360 graus, teto solar, iluminação ambiente, carregamento sem fio por indução, som de oito alto-falantes e estofamento em couro na cor marfim. Os sistemas de assistência à condução de nível 2, o famoso ADAS, também estão disponíveis nas versões de topo.
Motor? Aqui nada mudou, e tudo bem

Imagem: Divulgação
Sob o capô as coisas seguem como estavam, e não é demérito nenhum. O motor 1.5 quatro cilindros a gasolina entrega 119 cavalos e pode ser combinado com câmbio manual de seis marchas ou um CVT com hastes no volante. Já a versão híbrida, batizada de e:HEV, soma 125 cavalos com o conjunto elétrico e trabalha com um e-CVT, sendo a opção mais econômica da linha. Deverá ser o mesmo sistema que será usado no SUV HR-V no Brasil, a partir de 2028.
Na Índia, o City facelift começa em cerca de US$ 12.500 (em torno de R$ 63 mil em uma conversão simples) na versão de entrada com câmbio manual, e vai até aproximadamente US$ 22.000 (cerca de R$ 110.800) na versão híbrida topo de linha. São valores que fazem o carro competitivo frente a rivais VW Virtus naquele mercado.
Essa é a segunda atualização da quinta geração do City, lançada em 2019, e a Honda claramente quer manter o modelo relevante por mais alguns anos. Por aqui no Brasil, infelizmente, o City ainda nçao mudou, mas está prestes a receber novidades.
E o Brasil? Também vem novidade

Imagem: Projeções/ Kleber Silva
Quem acompanha o City por aqui pode respirar aliviado: o sedã também vai passar por mudanças no mercado brasileiro. Flagras flagrados em solo nacional mostram que a Honda prepara uma reestilização com visual exclusivo para o Brasil, sem seguir o mesmo design do City asiático. O lançamento está previsto para o segundo semestre deste ano.
Pelas imagens com camuflagem, dá para notar que a dianteira vai ganhar para-choque mais esportivo, com faróis e grade redesenhados em linhas mais dinâmicas. No interior, a expectativa é de alterações nos revestimentos dos assentos, mantendo o restante próximo ao modelo atual.
Vale lembrar que a Honda já trabalha também em uma geração completamente nova para o City, com nova plataforma em desenvolvimento, embora essa próxima geração só deva chegar após 2028. Ou seja, este facelift serve para manter o carro relevante e competitivo até lá, o que faz todo sentido num segmento que no Brasil ainda tem muito fôlego.

Imagem: Projeções/ Kleber Silva
